Reação ao Copom, auxílio-desemprego nos EUA, varejo no Brasil

11 de dezembro de 2025 |
06:27
Imagem: Reuters

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Após as decisões do Copom e do Federal Reserve (Fed) amplamente em linha com a expectativa dos mercados, as atenções nesta quinta-feira (11) se voltam para os dados de auxílio-desemprego nos EUA, projetados em 220 mil. Outro dado relevante da agenda americana é o resultado balança comercial de setembro, que deve registrar déficit de US$ 63,3 bilhões.

No campo corporativo, após decepção com resultados da Oracle ontem, que alimentaram temores com o estouro da bolha de inteligência artificial, investidores aguardam os balanços de Costco, Broadcom e Lululemon.

 

 

Por aqui, o Copom manteve a taxa Selic em 15% ao ano. No exterior, o Fed reduziu os juros em 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica americana para o intervalo entre 3,50% e 3,75%. Nenhum dos dois sinalizou claramente os próximos passos. Powell falou em possível “pausa”, sem descartar um corte em janeiro. No Brasil, apesar do tom hawkish, as revisões de inflação sugerem que o IPCA pode chegar ao centro da meta no horizonte relevante já na primeira reunião de 2026.

Na agenda doméstica, os dados em destaque são as vendas no varejo de outubro, que devem apresentar uma retração de 0,1% na leitura mensal e de 0,2% na comparação anual.

Fonte: InfoMoney