O radar corporativo desta quarta-feira (24) traz o pagamento de proventos da Dimed (PNVL3).
Já a Petrobras (PETR3; PETR4) anuncia resgate de R$ 3,532 bilhões em títulos externos.
Azevedo & Travassos adquire subsidiária da Engie de iluminação pública.
Confira mais destaques:
Petrobras (PETR3; PETR4)
A Petrobras (PETR3; PETR4) informou nesta terça-feira (23) que sua subsidiária integral, Petrobras Global Finance B.V. (PGF), notificou investidores sobre resgate antecipado dos títulos 7,375% Global Notes com vencimento em 2027.
O valor total do resgate equivale a aproximadamente US$ 681 milhões, equivalentes a R$ 3,532 bilhões, excluindo juros capitalizados e não pagos.
Azevedo & Travassos
A AT Investimentos, controlada Azevedo & Travassos, comprou a totalidade das quotas representativas do capital social da Engie Soluções de Iluminação Pública Ltda. (ESIP).
A ESIP detém a totalidade do capital social das sociedades Engie Soluções Cidades Inteligentes e Infraestrutura de Uberlândia S.A., Engie Soluções Cidades Inteligentes e Infraestrutura de Petrolina S.A. e Engie Soluções Cidades Inteligentes e Infraestrutura de Curitiba.
Randoncorp (RAPT3; RAPT4)
A Randoncorp informou que a Goldman Sachs passou a deter posição em derivativos equivalente a 11,49 milhões de ações preferenciais, o que representa 5,13% do capital da companhia.
IRB Brasil Resseguros (IRBR3)
O IRB concluiu a transferência de seu portfólio de run off da sucursal de Londres para a Community Re, encerrando um processo iniciado em 2023. A operação faz parte da estratégia de redução de custos e simplificação das operações internacionais.
Dimed (PNVL3)
A companhia aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 18 milhões, equivalente a R$ 0,1205 por ação (bruto), a ser pago em quatro parcelas entre 2027.
Neogrid (NGRD3)
A Neogrid informou que a Dalpe aumentou sua participação para 95,18% do capital social, atingindo nível que permite a realização de squeeze-out das ações remanescentes em circulação.
BRB (BSLI3)
O BRB informou que a operação da Polícia Civil do Distrito Federal teve origem em notícia-crime apresentada pelo próprio banco, após identificação de movimentações financeiras atípicas em seus controles internos.
Sanepar (SAPR3; SAPR4; SAPR11)
A Sanepar informou que a agência reguladora manteve entendimento sobre a destinação de recursos de precatório para modicidade tarifária. A companhia discorda da decisão e afirma que adotará medidas administrativas e judiciais cabíveis.
Allos (ALOS3)
A Allos (ALOS3) esclareceu, em resposta a ofício da CVM, que a estimativa de receita total de cerca de R$ 700 milhões mencionada em reportagem do Estadão refere-se ao valor consolidado de projetos multiuso em shopping centers com participação de sócios.A companhia destacou que, considerando apenas sua participação nos ativos, a receita atribuível é de aproximadamente R$ 539 milhões, valor já divulgado anteriormente em fato relevante e no Formulário de Referência.
Fonte: InfoMoney


