Itaú, GPA, RD, Brava, PRIO, TIM, C&A, Tenda e mais ações para acompanhar hoje

6 de maio de 2026 |
10:07
Imagem: Divulgação

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O radar corporativo desta quarta-feira (6) tem como destaque os balanços de Itaú (ITUB4), RD Saúde (RADL3), Copel (CPLE3), TIM (TIMS3), C&A (CEAB3), PRIO (PRIO3), Iguatemi (IGTI11), Tenda (TEND3) e mais empresas.

Já a petroleira Brava (BRAV3) divulgou sua prévia operacional de abril.

O GPA (PCAR3), por sua vez, celebrou uma nova versão de seu plano de recuperação extrajudicial com credores.

Confira mais destaques:

Itaú (ITUB4)

O Itaú Unibanco (ITUB4) apurou lucro líquido recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões, alta de 10,4% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. A expectativa de analistas ouvidos pela LSEG era que o lucro ficasse em R$ 12,5 bilhões, o que torna o resultado em linha com o esperado. O ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido, em português) anualizado ficou em 24,8%.

Considerando apenas as operações no Brasil, o ROE foi de 26,4%, comparado com 26% no trimestre anterior e 23,7% um ano antes.

PRIO (PRIO3)

A PRIO (PRIO3) divulgou que obteve lucro líquido de US$ 460 milhões no primeiro trimestre de 2026, 33% a mais do que o registrado no mesmo período de 2025, quando atingiu lucro de US$ 345 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da companhia subiu 91% no primeiro trimestre, para US$ 852 milhões, enquanto a Receita Líquida teve alta de 67%, para US$ 1,2 bilhão.

TIM (TIMS3)

A TIM (TIMS3) teve lucro líquido normalizado de R$ 821 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 1,3% ante o mesmo período de 2025. O lucro veio principalmente do crescimento do negócio de internet móvel – puxado pelo segmento pós-pago – e de medidas de controle de custos nas operações, sustentando a margem. Por outro lado, o resultado líquido foi limitado pelos maiores gastos na linha de impostos.

RD Saúde (RADL3)

A ⁠RD Saúde (RADL3) teve ⁠lucro líquido ajustado de R$ 299,8 ‌milhões no primeiro trimestre, crescimento de quase 70% na ‌comparação anual, segundo balanço divulgado na noite de terça-feira pela maior rede de varejo farmacêutico do país.

A cifra considera ⁠o ‌lucro da 4Bio, que ⁠foi efetivamente vendida à Profarma em 04 de maio. Excluindo as operações descontinuadas da 4Bio, o lucro líquido ​ajustado foi de R$283,3 milhões, crescimento de 74,7% ante ​os primeiros três meses de 2025.

Copel (CPLE3)

A Copel registrou um lucro líquido de R$ 694 milhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 4,4% em relação ao reportado no mesmo período do ano passado. Desconsiderando os efeitos não recorrentes e fatores sem impacto caixa, como valor novo de reposição (VNR), marcação a mercado (MTM), ajustes de IFRS nas transmissoras e o resultado de operações descontinuadas – o lucro líquido recorrente ficou em R$ 638,9 milhões, alta de 10,7% na mesma comparação.

C&A (CEAB3)

A C&A (CEAB3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 8 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa uma alta de 218,7% sobre o desempenho obtido um ano antes, segundo balanço publicado nesta terça-feira.

A rede de varejo de moda apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$245 milhões, ficando praticamente estável em relação ao registrado um ano antes, com a margem passando de 15,2% para 15,1%.

JSL (JSLG3)

A JSL (JSLG3) divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026 na noite desta terça-feira (5). A companhia de logística apurou lucro líquido ajustado de R$ 6,5 milhões, com queda anual de 85%.

O ajuste reflete baixas relacionada ao um reprovisionamento contábil no valor de R$ 203,4 milhões, com provisão original revertida no segundo trimestre de 2024. A medida foi realizada por mudança de entendimento no Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre contribuições realizadas ao Sistema S.

Tenda (TEND3)

A Tenda (TEND3) teve lucro líquido ‌consolidado de R$ 183,4 milhões no primeiro trimestre, mais que ‌o dobro do resultado positivo de um ano antes e acima do esperado pelo mercado, segundo balanço divulgado ⁠nesta ‌terça-feira.

A construtora com foco ⁠no segmento de baixa renda apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado consolidado de R$256,7 ​milhões, alta de 68% na comparação anual.

Iguatemi ‌(IGTI11)

A ‌administradora de shoppings de alto padrão Iguatemi ‌(IGTI11) informou que teve lucro líquido consolidado de R$ 238 milhões no primeiro ⁠trimestre de ‌2026, que ⁠representa alta de 121,1% em relação ao mesmo período de 2025, segundo ​relatório de resultados divulgado nesta terça-feira.

Vulcabras (VULC3)

A Vulcabras (VULC3) divulgou seus resultados nesta terça-feira (5) registrando aumento de 10,7% na receita líquida no primeiro trimestre de 2026, em comparação ao mesmo período no ano anterior, para R$ 776,4 milhões. Enquanto houve avanço da receita, o lucro líquido recorrente teve um recuo de 18,9% em relação ao mesmo período de 2025, a R$ 86,1 milhões.

O trimestre foi fortemente marcado por alta volatilidade, com incertezas no campo geopolítico mundial e pressões fiscais. Ao final de dezembro do ano passado, a receita líquida havia ficado em R$ 1 bilhão naquele trimestre.

Banco Bmg (BMGB4)

O ⁠Banco Bmg (BMGB4) reportou nesta terça-feira ⁠lucro líquido recorrente de R$147 milhões, alta de ‌28% em relação ao mesmo período do ano anterior, em resultado marcado por melhora na rentabilidade e queda ‌na inadimplência ano a ano.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) atingiu 15,3%, de 12,1% um ano antes, com o presidente-executivo do banco, Felix Cardamone, destacando a evolução dessa métrica.

Agi

O banco digital ⁠Agi teve lucro líquido de R$ 186,5 ‌milhões no primeiro trimestre, queda de 47,7% sobre o mesmo período do ‌ano passado, apesar de um crescimento de 23,6% na receita total.

Brava ⁠Energia (BRAV3)

⁠A Brava ⁠Energia (BRAV3) registrou produção ‌média diária de 79.751 barris de óleo ‌equivalente (boe) em abril, um crescimento ante os 74.300 boe/d de março.

GPA (PCAR3)

O GPA celebrou uma nova versão de seu plano de recuperação extrajudicial com credores que representam 57,49% dos créditos sujeitos, somando R$ 4,568 bilhões. A adesão foi obtida em 56 dias após o protocolo da primeira versão do plano.

O plano foi aprovado por unanimidade pelo Conselho de Administração e será agora protocolado para homologação na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo.

 

 

Fonte: InfoMoney

Fonte: InfoMoney