Inflação dos EUA entra no radar do mercado; veja o que mexe com o Ibovespa hoje (11)

11 de março de 2026 |
07:30
Imagem: istock.com/primeimages

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O conflito envolvendo o Irã continua no radar dos mercados, mas, nesta quarta-feira (11), o foco dos investidores também se volta para a inflação nos Estados Unidos.

Serão divulgados hoje os dados do Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês), indicador que deve oferecer um retrato atualizado da dinâmica de preços em um momento em que a recente alta do petróleo começa a levantar preocupações com um possível choque inflacionário.

As projeções do mercado apontam para uma alta de 0,3% no índice na comparação mensal e de cerca de 2,4% no acumulado em 12 meses.

A divulgação ganha ainda mais importância após o último relatório de emprego dos EUA indicar sinais de perda de fôlego no mercado de trabalho. O payroll mostrou uma redução líquida de cerca de 92 mil postos em fevereiro, enquanto a taxa de desemprego subiu para 4,4%, reacendendo dúvidas sobre o ritmo da atividade econômica no país.

Embora o CPI não seja o indicador de inflação preferido do Federal Reserve, os números de hoje devem servir como termômetro para o mercado recalibrar as apostas sobre quando o banco central americano poderá retomar o ciclo de afrouxamento monetário.

Mercado brasileiro

Por aqui, os investidores acompanham a divulgação dos dados de vendas no varejo e o andamento da temporada de resultados do quarto trimestre. Estão previstos os balanços de Brava Energia, Méliuz, Vibra Energia, Cogna, SLC Agrícola, Smart Fit, Espaçolaser, Azzas 2154, Braskem, CSN, CSN Mineração, Moura Dubeux, Casas Bahia e Yduqs.

  • Ibovespa: No último pregão, o Ibovespa (IBOV) terminou as negociações com alta de 1,40%, aos 183.447,00 pontos.
  • Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,1575, com queda de 0,13%
  • iShares MSCI Brazil (EWZ) — principal ETF brasileiro negociado em Nova York — sobe 0,11% no pré-market, cotado a US$ 37,57.

Mercados internacionais

As preocupações com possíveis efeitos colaterais do conflito com o Irã dominaram os mercados nesta semana, gerando volatilidade nos preços do petróleo e repercussões nas bolsas.

Fonte: MoneyTimes

Fonte: MoneyTimes