O dólar à vista opera perto da estabilidade perante o real nesta quinta-feira (28), com investidores digerindo dados dos Estados Unidos, em meio ao aumento das dúvidas sobre as perspectivas de um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz e a atenção voltada para dados domésticos e dos EUA.
Qual foi a cotação do dólar hoje?
Às 9h37, a moeda norte-americana à vista operava com alta de 0,05%, aos R$ 5,064. Na B3, o dólar futuro para junho – atualmente o mais negociado no mercado brasileiro – subia 0,02% na B3, aos R$ 5,066.
Na quarta-feira, a moeda norte-americana à vista fechou o dia com alta de 0,68%, aos R$5,0616.
Dólar comercial
- Compra: R$ 5,064
- Venda: R$5,064
O que acontece com dólar?
A Guarda Revolucionária do Irã atacou uma base aérea dos EUA na quinta-feira, horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter rejeitado uma reportagem que afirmava que ele estava perto de um acordo com Teerã.
A nova troca de ataques ameaça um cessar-fogo já considerado frágil entre EUA e Irã e reforça os temores de interrupções na principal rota marítima de exportação de petróleo do Oriente Médio.
Em indicadores, núcleo da inflação PCE nos Estados Unidos, que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, subiu 0,2% em abril. Na base anual, a taxa foi de 3,3%. A expectativa de economistas consultados pela Reuters era de que o núcleo da inflação subisse 0,3%, para uma taxa anual de 3,3%.
Já o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 1,6% em termos anualizados no primeiro trimestre. O número ficou abaixo do esperado, uma vez que economistas consultados pela Reuters projetavam avanço de 2%, em linha com a primeira projeção.
Por aqui, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% nos três meses até abril. A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 5,9% no período.
Apesar do desempenho positivo nas pesquisas de intenção de voto, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda é desaprovada pela maioria dos eleitores. Segundo o levantamento Meio/Ideia, divulgado nesta quinta-feira (28), 51,4% desaprovam a condução do terceiro mandato, enquanto 46,6% dizem aprová-lo.
(Com Reuters)
Fonte: InfoMoney


