Braskem (BRKM5): Ações despencam até 12% e renovam mínima do ano com receios sobre liquidez

18 de junho de 2026 |
16:17
Imagem: Imagem: Divulgação/Braskem

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As ações da Braskem (BRKM5) chegaram a desabar quase 12% nesta quinta-feira (18), renovando a mínima do ano, em meio a noticiário recente envolvendo negociação com credores e um desastre socioambiental em Alagoas envolvendo a empresa.

Além disso, analistas do UBS BB chamaram a atenção para a situação desafiadora de liquidez de curto prazo enfrentada pela petroquímica, o que deve continuar gerando volatilidade na ação, apesar de um cenário de spreads mais favorável.

A Braskem e seu novo acionista controlador, o IG4 Capital, estão tendo dificuldades para obter apoio de credores suficientes para avançar com uma proposta de reestruturação extrajudicial, de acordo com uma reportagem da Bloomberg na quarta-feira (17).

Os credores estão resistindo aos planos apresentados pela petroquímica porque eles resultariam em tratamento desigual dentro de sua estrutura de capital, segundo as fontes ouvidas pela Bloomberg, citando que alguns credores também levantaram preocupações sobre as garantias oferecidas e a ausência de uma opção de conversão de dívida em capital.

Fontes ouvidas pela revista Veja afirmaram que a companhia descartava uma recuperação judicial e que buscaria um acordo, conforme texto publicado também na quarta-feira (17).

Além disso, analistas do UBS BB chamaram a atenção para a situação desafiadora de liquidez de curto prazo enfrentada pela petroquímica, o que deve continuar gerando volatilidade na ação, apesar de um cenário de spreads mais favorável.

A Braskem e seu novo acionista controlador, o IG4 Capital, estão tendo dificuldades para obter apoio de credores suficientes para avançar com uma proposta de reestruturação extrajudicial, de acordo com uma reportagem da Bloomberg na quarta-feira (17).

Os credores estão resistindo aos planos apresentados pela petroquímica porque eles resultariam em tratamento desigual dentro de sua estrutura de capital, segundo as fontes ouvidas pela Bloomberg, citando que alguns credores também levantaram preocupações sobre as garantias oferecidas e a ausência de uma opção de conversão de dívida em capital.

Fontes ouvidas pela revista Veja afirmaram que a companhia descartava uma recuperação judicial e que buscaria um acordo, conforme texto publicado também na quarta-feira (17).

“De modo geral, entendemos que o caminho da empresa para uma solução de liquidez permanece incerto e pode incluir risco de diluição para acionistas minoritários”, afirmaram os analistas do UBS BB.

“Embora consideremos que a companhia possa superar esses desafios e alcançar uma perspectiva mais construtiva no médio e longo prazo, as incertezas ao longo desse caminho sustentam nossa recomendação neutra“, acrescentaram em relatório a clientes.

 

Fonte: MoneyTimes

Fonte: MoneyTimes